segunda-feira, 10 de setembro de 2007

O gênero Asclepias

Asclepias: género dedicado a Asklepios, Dios de la Medicina en la mitología griega.

Asclepiadáceas, nombre común de una familia de plantas, cuyo género más representativo tiene cerca de 120 especies, muchas de ellas de distribución amplia, en especial en las regiones tropicales y subtropicales. Se trata de herbáceas vivaces con tallos erguidos suculentos que almacenan agua, hojas opuestas o verticiladas y flores pequeñas y poco comunes en inflorescencias dispuestas en el extremo de los tallos o a lo largo de éstos. Las piezas coloreadas de las flores están organizadas en dos verticilos pentámeros; en ocasiones llevan apéndices corniformes. Se diferencian en dos grupos: con hojas anchas y con hojas estrechas. Ambos se caracterizan por el abundante contenido en una savia lechosa llamada látex y por las vainas que encierran los frutos, hinchadas y rellenas de una borra sedosa o algodonosa muy apretada. Cuando madura la vaina, se seca, se abre y libera numerosas semillas grandes, planas, de color castaño, provistas cada una de ellas de un poco de borra; de este modo pueden recorrer grandes distancias arrastradas por las corrientes de aire.

Entre las especies de esta familia figuran algunas de las plantas venenosas más mortíferas, pero también las hay casi inocuas. Dos de las especies más vistosas, que a veces se cultivan, son probablemente tóxicas. Las hojas de las especies venenosas contienen un compuesto resinoso complejo que provoca crisis musculares espasmódicas agudas, síntomas de depresión profunda y debilidad en los animales que ingieren la planta. Las llamadas flores carroñeras forman otro de los géneros incluidos en esta familia.


Carta da Terra:novo reencantamento?


Carta da Terra:novo reencantamento?

É de todos sabido que a sociedade mundial vive no olho de uma incomensurável crise de sentido e de falta de rumo histórico. Não sabemos para onde vamos. Os sonhos e as utopias morreram, o que tem deixado as sociedades e as pessoas sem fundamento. Somos entregues ao sistema econômico dominante que de tudo faz mercadoria, regendo-se por feroz competição e não por laços de cooperação.

Há dois pensadores que nos ajudam a entender esta crise, Max Weber e Friedrich Nietzsche. Weber caracteriza a sociedade moderna pelo processo de secularização e pelo desencantamento do mundo. Não que as religiões tenham desaparecido. Elas estão ai e até voltam com renovado fervor. Mas não são mais elo de coesão social. Agora predominam a produção e a função e menos o valor e o sentido. O mundo perdeu seu encanto. Nietzsche anunciou a morte de Deus. Mas há que se entender bem Nietszche. Ele não diz que Deus morreu, senão que nós o matamos. Quer dizer: Deus está socialmente morto. Em seu nome não se cria mais comunidade nem se funda coesão social.

Por milhares de anos era religião que ligava e re-ligava as pessoas e criava o laço social. Agora não é mais. Isso não significa que agora impera o ateismo. O oposto à religião não é o ateismo mas a ruptura e a quebra da relação. Hoje vivemos coletivamente rompidos por dentro e desamparados. Praticamente nada nos convida a viver juntos e a construir um sonho comum. Entretanto, a humanidade precisa de algo que lhe confira um sentido de viver e que lhe forneça uma imagem corente de si mesma e uma esperança para o futuro.

É neste contexto que deve ser vista a Carta da Terra, documento nascido das bases da humanidade. Já foi assumida pela Unesco no ano 2000 e a idéia é que seja incorporada pela ONU à Carta dos Direitos Humanos. A Carta da Terra reúne um conjunto de visões, valores e princípios que podem reencantar a sociedade mundial. Coloca em seu centro a comunidade de vida à qual pertencem a Terra e a Humanidade que são momentos do universo em evolução. Todos os problemas são vistos interdependentes, os ambientais, os sociais, os econômicos, os culturais e os espirituais, obrigando-nos a forjar soluções includentes.

O desafio que a situação atual do mundo nos impõe é este segundo a Carta: ou formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros ou então arriscar a nossa destruição e a devastação da diversidade da vida.

Dois princípios visam viabilizar esta aliança: a sustentabilidade e o cuidado. A sustentabilidade se alcança quando usamos com respeito e racionalidade os recursos naturais pensando também nas futuras gerações. E o cuidado é um comportamento benevolente, respeitoso e não agressivo para com a natureza, que permite regenerar o devastado e zelar por aquilo que ainda resta da natureza, da qual somos parte e com um destino comum.

Estes dois princípios fundam como diz a Carta da Terra um modo de vida sustentável . Eles permitem um desenvolvimento que atenda as necessidades de todos os seres vivos e ao mesmo tempo garanta a integridade e a capacidade de regeneração da natureza.

Devemos viver um sentido de responsabilidade universal. O futuro da Terra e da Humanidade está agora em nossas mãos.

Leonardo Boff - 16 de dezembrode 2005.

sábado, 7 de julho de 2007

William Blake

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Dize sempre o que pensas e o vil te evitará.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Propriedades anticancerígenas do ipê-roxo

Estudo: ipê-roxo tem propriedades anticancerígenas

Cientistas americanos descobriram que uma substância extraída da casca do ipê-roxo mata um certo tipo de célula cancerígena, indicou nesta segunda-feira um estudo publicado na revista Proceedings of the National Academy of Sciences.

Segundo os pesquisadores do Centro Médico Southwestern, da Universidade do Texas, a descoberta pode abrir o caminho para um novo tratamento contra o tipo mais comum de câncer de pulmão.

Um dos compostos tirados da casca da árvore, o "beta-lapachone", mostrou promissoras características anticancerígenas. Cientistas já estão utilizando a substância em testes clínicos para examinar seu resultado contra o câncer de pâncreas nos seres humanos.

No entanto, até o momento ainda não se sabe como funciona o mecanismo que mata as células cancerígenas. "Basicamente, descobrimos o mecanismo de ação do beta-lapachone e uma forma de utilizar o remédio num tratamento individualizado", disse David Boothman, professor do Centro Oncológico Integral Harold Simmons e autor principal do estudo.

Em sua pesquisa, os cientistas determinaram que o composto extraído da casca da árvore interage com uma enzima identificada como NQ01, encontrada em células de câncer pulmonar e outros tumores sólidos. Nos tumores, a substância é metabolizada e produz a morte celular sem danificar os tecidos não cancerosos, diz o estudo.

A substância também altera a capacidade das células cancerígenas de reparar seu DNA, levando à sua morte. A radiação danifica o DNA das células, aumentando a presença de NQ01, segundo os cientistas.

"Quando se dirige a radiação sobre um tumor, os níveis de NQ01 aumentam. Tratando as células com beta-lapachone, uma sinergia entre as duas substâncias leva a uma morte contundente" das células cancerígenas, disse Boothman.

domingo, 1 de julho de 2007

Monte Olimpo morada das deusas e deuses gregos

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DEUSES E DEUSAS DA MITOLOGIA GREGA

Seculos antes do nascimento de Cristo e do advento do cristianismo, os gregos adoravam um certo numero de deuses e deusas que, segundo eles acreditavam, viviam no Monte Olimpo, no sul da Macedonia, na Grecia. As antigas historias desses deuses inspiraram poetas, pintores e escultores durante varios seculos. Algumas das pinturas e esculturas mais conhecidas e preciosas do mundo representam os deuses do Olimpo e suas aventuras.

Os gregos antigos acreditavam que a terra era de forma achatada e circular, seu ponto central o Monte Olimpo ou Delfos, cidade celebre por causa de seu oraculo. A terra era dividida em duas partes iguais pelo Mar, como era chamado entao o Mediterraneo. Ao redor da terra corria o Rio Oceano, cujo curso regular alimentava o Mar e os rios.

Naqueles tempos remotos, os gregos pouco sabiam sobre a existencia de outros povos alem deles mesmos, a nao ser dos povos vizinhos as suas terras. Imaginavam que ao norte vivia uma raca de povo feliz, os Hiperborios, que viviam numa eterna felicidade. Seu territorio nao podia ser alcancado nem por terra nem por mar. Eles nunca envelheciam nem adoeciam, nao trabalhavam, nem guerriavam. Ao sul vivia um outro povo feliz que se chamava Aethiopios. Eram amados pelos deuses que costumavam visita-lso e compartilhar seus banquetes. Ao oeste encontrava-se o lugar o mais feliz de todos, os Campos Eliseos, onde as pessoas que tinham o favor dos deuses eram levadas para viver para sempre sem nunca morrer.

Acreditava-se que a Aurora, o Sol e a Lua levantavam por dentro do oceano do lado oriental da terra e avancavam no ar iluminando tudo. As Estrelas tambem levantavam do Oceano e se punham nele. Quando o deus sol HELIOS se punha no Oceano, a noite, ele entrava num barco alado que o levava de novo ao seu lugar ao leste por onde devia levantar-se de novo na manha seguinte.

Os deuses viviam em estado de beatitude em sua grandiosa residencia no Monte Olimpo. Um portao de nuvens, que guardavam deusas chamadas HORAS ou EPOCAS, abria para permitir a passagem de ida e de volta dos deuses na terra. Os deuses dispunham de residencias separadas, mas seu ponto de encontro era o grande palacio de ZEUS, o rei dos deuses. Em seu grande palacio, eles festejavam todos os dias, comendo ambrosia e bebendo nectar, servidos pela graciosa HEBE, deusa da juventude e, mais tarde, por GANIMEDES. Conversavam sobre assuntos do ceu e da terra e, enquanto bebiam o nectar que Hebe servia, APOLO tocava sua lira e as MUSAS cantavam. Quando caia o sol, os deuses recolhiam-se para a noite.

Havia doze grandes deuses, incluindo Zeus, e muitos outros menores. Os nomes dos deuses e das deusas que relacionamos a seguir aparecem em sua forma original em grego. Mas, como os romanos tambem adoraram muitos deles, os nomes romanos seguem entre parenteses, cada vez que esses sao diferentes.