sábado, 3 de fevereiro de 2007

paella

 


Paella


 


O material desta página nos foi enviado pelo Chef Yoel Ber - Israel



































A paella é um prato de origem popular, que se adaptou à disponibilidade de alimentos e características de cada região da Espanha.


Em Valência, onde haviam muitos arrozais, plantações e também o costume de se criar galinhas e coelhos, provavelmente se originou a paella que leva Arroz, Frango, Coelho, Caracóis, Judías Verdes, Garrofó, Azeite e Açafrão.


Em outras regiões, mais próximas do mar, as que levam peixes e frutos do mar.


Além destas, que são consideradas clássicas, há outras variações, não consideradas pelos mais puristas, que misturam carnes, peixes, frutos do mar e camarões.


Típicos da Espanha, garrafó é um grão, que lembra um feijão branco e judías verdes lembram a nossa conhecida vagem.



Ingredientes









































2 xícaras de arroz sem lavar



800 g de frango (peito, coxa e sobrecoxa)



400 g de carne de coelho (peito, coxa e sobrecoxa)



4 tomates picados



100 g de ervilhas naturais



200 g de vagem



1 pimentão vermelho em tiras



½ colher de sopa de açafrão



½ colher de sopa de páprica doce



7 colheres de sopa de azeite de oliva



1 colher de sopa de sal



2 xícaras de água



Modo de Preparar


 


 


 


 


1. Numa panela grande e rasa, própria para preparar paella, coloque o azeite e o sal. Misture e deixe aquecer um


pouco para mesclar os sabores.


 


2. Adicione o frango e o coelho cortados em pedaços e frite por 20 minutos até ficar bem dourado. Mexa de vez em quando para dourarem por igual.


 


3. Puxe as carnes para os cantos da panela, adicione a vagem cortada em pedaços, as ervilhas naturais e o pimentão e doure por 4 minutos. Misture e abra novamente um espaço. Junte os tomates e 2 xícaras de água morna. Misture e cozinhe em fogo alto por 20 minutos.


 


 


4. Adicione o açafrão e a páprica. Verifique o sal. Misture delicadamente.


 


5. Acrescente o arroz em cruz sobre o cozido e misture delicadamente. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 minutos, sem mexer, até que o arroz fique solto e macio. (caso o arroz seque antes de ficar macio, adicione um pouco de água morna). Desligue e deixe a paella tampada, descansando por 5 minutos antes de servir.


 


 


Dicas do Chef Yoel: para fazer a melhor paella é preciso muita paciência e amor.


 


 


 


 













Frutos do mar :: Paella marinera






 


Arroz, legumes e crustáceos são os ingredientes desta versão marítima da paella. O preparo demora cerca de três horas, mas reunir os amigos para a odisséia pode ser bem divertido. E, claro, o resultado vale o trabalho.


Quem ensina a cozinhar essa iguaria tipicamente espanhola é a professora de espanhol Cristina Huggins. "Uso arroz integral porque ele pega mais sabor que o arroz comum", sugere. Confira como fazer, passo a passo, para seis a oito porções:


Ingredientes


. Para cozinhar
1 pimentão verde picado
1 pimentão amarelo picado
2 pimentões vermelhos picados
2 cebolas picadas
3 tomates grandes descascados
500 gr de vagem ou ervilha
500 gr de camarão
300 gr de mexilhão fervidos e sem concha
300 gr de lula cortada em anéis
açafrão em pó ou erva a gosto
azeite a gosto
alho a gosto
sal a gosto


. Para enfeitar
6 a 10 mexilhões com concha
6 a 10 camarões gigantes inteiros
salsinha
tiras de pimentão verde, vermelho e amarelo
azeitona preta
limão em rodelas


Modo de preparo


1. Ferver os mexilhões e guardar o caldo do cozimento para cozinhar o arroz.


2. Fritar a cebola e o alho no azeite até dourar. A paellera deve estar aquecida antes de levar o azeite. Retirar os alhos e adicionar os pimentões já picados (foto 1). Deixar no fogo até ficarem macios.


Fase1: picando os pimentões


3. Adicionar os frutos do mar na seguinte ordem: lula (foto 2), mexilhão e camarão (foto 3).


Fase 2:
levando ao fogo



Fase 3: mexendo os camarões


4. Adicionar o tomate pelado e cozinhar por dois minutos.


5. Tirar a paellera do fogo e acrescentar o arroz na proporção de uma medida de arroz para duas de caldo (fase 4).


Fase 4: cozinhando o arroz


6. Cobrir a paellera com papel alumínio e levar de volta ao fogo por 20 minutos em fogo baixo.


7. Adicionar as vagens e o açafrão e cozer por mais 10 minutos (foto 5).


Fase 5: adicionando as vagens


8. Tirar a paellera do fogo e retirar o papel alumínio (foto 6).


Fase 6: retirando o papel


9. Enfeitar com os ingredientes restantes e levar à mesa imediatamente (foto 7).


Fase 7: enfeitando a paella




 


Paella
Colaboração de Miguel Gallego
Sevilha


Ingredientes:
(para 8 pessoas)



  • 250 g de mexilhão
  • 500 g de pernas de sapateira
  • 500 g  de camarão
  • 250 g de fiambre picado
  • 1 kg de frango cortado aos bocados
  • 1 chávena (de chá) de farinha
  • 1/2 chávena (de chá) de óleo
  • 2 chávenas (de chá) de vinho branco
  • 2 chávenas (de chá) de tomates amassados
  • 3 chávenas (de chá) de arroz
  • 2 chávenas (de chá) de ervilhas
  • 1/2 colher (de chá) de açafrão
  • 1 colher (de chá) de orégão
  • 1 colher (de chá) de  tomilho
  • 1 colher (de chá) de manjericão
  • 1 colher (de chá) de pimenta preta
  • 1 cebola picada
  • 1 pimento verde cortado
  • 3 talos de aipos cortados
  • 2 dentes de alho picados
  • 1 cubo de caldo de galinha

Confecção:

Aqueça o forno a 150ºC.
Limpe os mariscos e os mexilhões.
Salpique o frango com farinha.
Aqueça o óleo numa frigideira grande e frite o frango. Acrescente a cebola, o pimento verde, o aipo e o alho, até que fiquem bem tenros.
Retire o frango e escorra o excesso de óleo.
Acrescente os temperos e coza durante um minuto.
Junte o caldo de galinha, o vinho e os tomates e ferva. Coloque o arroz numa caçarola grande e por cima o frango, os mexilhões, o fiambre e as ervilhas.
Deite o caldo por cima.
Coza durante trinta minutos ou até que o arroz esteja macio


 

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

domingo, 28 de janeiro de 2007

Como compreender um biólogo....

Tenha paciência ao caminhar com ele na rua. É provável que ele faça 
paradas
freqüentes...sempre há uma formiga carregando uma folha gigantesca nas
costas ou uma samambaia disposta de uma forma estranha num buraco do 
muro.

Ele acha isso incrível!!!

Toda vez que vcs entrarem em qualquer assunto que envolva a área dele, 
ele
se empolgará. Finja que presta atenção no que ele diz. Finja que está
entendendo também.

Entenda que o conceito de beleza de seu amigo biólogo é um tantinho
diferente do seu. Sapos verdes, gosmentos e verruguentos são lindos.
Escorpiões, aranhas, opiliões (hein??), ay-ays são todos lindos.


Tente não vomitar quando ele te mostrar as fotos da última necropsia 
feita
num golfinho.

Simplesmente ignore quando o encontrar de quatro, agachado sobre o 
musgo... 
e faça o possível para que ele não te veja, pois uma vez que isso 
acontecer
ele começará o discurso em biologuês: “são briófitas! São as plantas 
mais
primitivas! Você acredita que elas não têm nem vasos condutores? E elas
ainda dependem da água para a fecundação e...”

É provável que ele prefira ir para o congresso de Mastozoologia ao in 
vés
daquela viagem romântica. Vc quer ajuda-lo? Mostre que há outras coisas 
no
mundo, por exemplo... convide-o para ir a um museu de arte. Ou a um 
grupo de
discussão sobre literatura.

Ele terá tendência a chamar pinheiros de gimnospermas. E a pinha (de 
onde
vem o pinhão) de estróbilo.

Não, ele não é um maníaco suicida se decidir entrar numa jaula para 
mergulhar com tubarões-brancos. Mas também não deve estar em seu juízo
perfeito.

É melhor vc assistir filmes como A Era do Gelo e Procurando Nemo com 
amigos
que não sejam biólogos. Caso contrário, vc ouvirá, durante o filme: 
“ah, mas
baleias não têm essa conexão entre a boca e o nariz, o Marlin e a Dori 
nunca
poderiam ter saído pelo nariz dela!” E quem se importa??



Fonte: desconhecida

Conselho

 

 


Sugestão


 



Faça o seguinte:
Assopre o pensamento triste,
Deixe escorrer a última lágrima, conte até vinte.
Abra então a janela, aquela que dá para o vôo dos pardais,
Procure a luz que pisca lá na frente(evite as sombras que ficaram lá para trás).
Ao encontrá-la, coloque-a dentro do peito,
De tal jeito, que possa ser notada do lado de fora;
Acrescente agora uma pitada de poesia,
Do tipo que passa por nós todos os dias, e nem sequer consegue ser notada;
Aumente o brilho, com toda a intensidade de que um sorriso é capaz.
A felicidade é o seu limite,
E o paraíso é você mesma quem faz.

(Flora Figueiredo)

sexta-feira, 26 de janeiro de 2007

a lua e as plantas

 




A lua e as plantas




Todos já ouviram falar na influência das fases da Lua sobre as plantas. Esses efeitos estão relacionados, entre outras coisas, com a luminosidade que incide sobre elas à noite.


Um exemplo do poder lunar acontece na germinação das sementes, que é mais rápida quando realizada durante a Lua cheia, pois, em oposição ao Sol, esta reflete com mais potência a luz do astro. A única desvantagem é que, nesse período, as plantas são mais suscetíveis aos fungos. Veja outras formas de determinar a influência da Lua nas plantas:




    • O Ciclo Sideral, ou seja, a passagem da Lua pelas constelações, exerce grande influência no momento da semeadura. A cada mês, a Lua passa 3 dias diante de cada constelação, resultando numa ação combinada específica para cada parte da planta:




- a Lua em Peixes, Câncer e Escorpião estimula as folhas. É um período propício para o plantio de folhagens como samambaias, avencas, asplênio, chifre-de-veado, renda portuguesa, antúrios, cheflera e dracena. Na horta, pode-se plantar alface, couve, espinafre e agrião.


- a Lua em Áries, Leão e Sagitário beneficia o desenvolvimento dos frutos e sementes, favorecendo as flores que se propagam dessa maneira. É a época adequada para prímulas, crisântemos, cinerárias, gerânios, jasmins-rosado e camélias. Na horta, é ideal para tomate, abobrinha, pepino e morangos.


- a Lua em Touro, Virgem e Capricórnio favorece o desenvolvimento das raízes, tubérculos, bulbos e caules subterrâneos. Para florir seu jardim, as espécies são lírios, jacintos e tulipas (bulbos); angélicas, gloxínias e ciclame (tubérculos); e agapanto, copo-de-leite e cana-indica (rizomas). Na horta: cebola (bulbo), batata, batata-doce e mandioquinha (tubérculos); cenoura e mandioca (raízes).


- a Lua em Gêmeos, Libra e Aquário propicia o florescimento de seu jardim. É bom também para as plantas odoríferas. Plante rosas, jasmim, jasmim-de-cera, gardênia, gerânio perfumado, cacho-de-estrelas e abutilon. Na horta, plante hortelã, tomilho, manjericão, manjerona, orégano, salsa, alecrim e sálvia.




    • As constelações que favorecem as raízes são associadas ao elemento terra; as que são benéficas ao caule e às folhas, ligados à circulação da seiva, pertencem ao elemento água; as constelações que favorecem as flores são associadas ao elemento ar ou à luz; e os frutos e sementes, ao fogo ou calor.
    • Ciclos Ascendente e Descendente são nomes dados às posições da Lua no período de um mês, o mesmo movimento que observamos em relação ao Sol, no período de um ano. No inverno ele parece estar muito alto; no verão, mais baixo. Isso também acontece com a lua: numa quinzena, ela dá a impressão de estar "subindo", enquanto nos outros 15 dias parece estar "descendo" no céu. O seu ponto mais alto é chamado de apogeu, e o mais baixo de perigeu.

Nem sempre esse ciclo corresponde às luas crescente e minguante, respectivamente. Essa é uma coincidência que só acontece no inverno.


Para quem planta, a importância desse ciclo está no fato de que, nos períodos de Lua ascendente, a seiva dos vegetais acumula-se mais na parte aérea, ou seja, acima do solo. Assim, esses períodos favorecem os enxertos, beneficiados pela presença maior de seiva na parte aérea.


Também as plantas aromáticas que forem colhidas nesse tempo terão perfume mais duradouro.


Na Lua descendente, a concentração de seiva é maior nas raízes, favorecendo adubações, transplantes, replantio, podas e o corte da madeira. Segundo as tradições, cortes e podas devem ser feitos na lua minguante. Porém, como o Ciclo Ascendente-Descendente tem maior influência sobre a seiva, essa crença só é válida no inverno, quando a lua minguante e descendente coincidem.



fonte:http://www.jardimdeflores.com.br/CURIOSIDADES/A17curiosi2.htm


 

segunda-feira, 15 de janeiro de 2007

Lughnasadh ou Lammas

Conhecido como Lughnasadh, Véspera de Agosto e Primeiro Festival da Colheita, o Sabbat Lammas é o Festival da Colheita. Nesse Sabbat (que marca o início da estação da colheita e é dedicado ao pão), os Bruxos agradecem aos deuses pela colheita com várias oferendas às deidades para assegurar a continuação da fertilidade da terra, e honram o aspecto da fertilidade da união sagrada da Deusa e do Deus.

Lammas era originalmente celebrado pelos antigos sacerdotes druidas como o festival de Lughnasadh. Nesse dia sagrado, eles realizavam rituais de proteção e homenageavam Lugh, o deus celta do sol. Em outras culturas pré-cristãs, Lammas era celebrado como o festival dos grãos e o dia para cultuar a morte do Rei Sagrado.

A confecção de bonecas de milho (pequenas figuras feitas com palha trançada) é um antigo costume pagão realizado por muitos Bruxos modernos como parte do rito do Sabbat Lammas. As bonecas (ou bebês da colheita, como são chamadas algumas vezes) são colocadas no altar do Sabbat para simbolizar a Deusa Mãe da colheita. é costume, em cada Lammas, fazer (ou comprar) uma nova boneca de milho e queimar a anterior (do ano passado) para dar boa sorte.

Os alimentos pagãos tradicionais do Sabbat Lammas são pães caseiros (trigo, aveia e, especialmente, milho), bolos de cevada, nozes, cerejas silvestres, maçãs, arroz, cordeiro assado, tortas de cereja, vinho de sabugueiro, cerveja e chá de olmo.

Incensos: aloé, rosa e sândalo.
Cores das velas: laranja e amarela.
Pedras preciosas sagradas: aventurina, citrino, peridoto e sardônia.
Ervas ritualísticas tradicionais: flores da acácia, aloé, talo de milho, ciclame, feno grego, olíbano, urze, malva-rosa, murta, folhas do carvalho, girassol e trigo.


Lughnasadh




Lughnasadh I


Simbólicamente hablando y de acuerdo con la creencia wiccana, Lughnasadh es la época en la que el Dios va perdiendo su fuerza.

La Diosa observa con alegría y tristeza como el Dios está muriendo pero al mismo tiempo él vive dentro de ella como su hijo.

Es el tiempo de la primera cosecha, las plantas de la primavera se marchitan y caen sus frutos y semillas para nuestro uso, además de asegurar futuros cultivos.

Es una celebración de la abundancia, el momento en el que se recogen los granos que servirán de alimento durante el invierno.

Es un momento propicio para meditar sobre las ganancias obtenidas durante el año, los tesoros encontrados, amigos, éxitos y todo aquello que sembramos y que finalmente se cosechan y se vuelven una realidad.

Viene la calma y el descanso de la energía, debemos poner atención a nuestro interior, es tiempo de introspección y meditación.


RITUAL DE LUGHNASADH


Como todo ritual, debe comenzar con los pasos dados en la sección "el ritual"

TIPS: Vas a necesitar espigas de trigo, cebada o avena para dejarlas caer durante el ritual.

Párate frente al altar, tomas las espigas de trigo o granos diciendo:


Ahora es el tiempo de la primera cosecha,
Cuando se presentan las dádivas de la naturaleza
Para que podamos sobrevivir.
 

Oh Dios de los campos en maduración, Señor de los granos,
Dame el entendimiento del sacrificio mientras te
Preparas para entregarte bajo la hoz de la Diosa
Y viajar a las tierras del eterno verano

Oh Diosa de la Luna oscura,
Enséñame los secretos del renacimiento
Mientras el Sol pierde su fuerza
Y las noches se enfrían


Frota las espigas de trigo, o ponte los granos entre los dedos de forma que caigan sobre el altar, toma una fruta y di:


Como la primera cosecha, mezclando sus energías con las mías
Para continuar con mi búsqueda de brillante sabiduría y perfección
Oh señora de la Luna y Señor del Sol,
Misericordiosos frente a quién las estrellas detienen su curso,
Doy las gracias por la continua fertilidad de la tierra.
Que los granos pierdan sus semillas para que sean quemadas
En el seno de la madre, asegurando renacimiento
En el calor de la próxima primavera


Guarda las semillas de las frutas que consumiste durante el ritual y siémbralas, si brota, cultiva la planta con amor y símbolo de tu conexión con la Diosa madre y el Dios padre.

Después de esto, pueden seguir los trabajos mágicos, si se requieren. Yo en lo particular no hago ningún trabajo mágico durante los Sabbats, ya que estos rituales los hago única y exclusivamente para honrar a los Dioses.

Continúa con el banquete (comida y bebida). Después de hacerlo, despide a la Diosa madre, al Dios padre y a los elementos como se indica en la sección de "Apertura del círculo". Tu ritual ha terminado.



LA LUGNASAD  II


 


El 1 de agosto, era la Asamblea de Lugh y tenía un caracter patriótico como fiesta garantizadora de la paz, en ella participaba todo el pueblo honrando el aspecto real de Lugh.


Esta festividad se celebra para agradecer el sustento que nuestra Madre Tierra nos proporciona.


Marca las primeras cosechas del año que generosamente se entregan en sacrificio para que el hombre alimente su cuerpo.


La expresión "lugnasad" significa "recuerdo de Lugh" y este recuerdo se dirigía también, con afecto y reconocimiento, a su nodriza, la princesa Taïltiu, hija del rey Maigmor, de la península Ibérica, la cual cuidó a Lugh hasta el momento en que pudo llevar armas.


En honor a tal dama, el dios estableció juegos y torneos.


Estas celebraciones marcaban el comienzo de las cosechas y, en Tara, tenía lugar la gran celebración común de todas las tribus.
El vocablo "lugnasad" también se ha traducido como "matrimonio de Lugh" y, en este caso, Taïltiu, como "tierra o suelo", se convertiría en esposa del dios.


Durante este momento del año, se establecían, entre las familias, las futuras uniones de los hijos.


La fecha de la celebración de las nupcias cuyo pacto duraba un año y un día y pueden renovarse cada año en esta fecha.


Periodo de tregua militar y celebración de la cosecha.


La naturaleza despliega su abundancia y prosperidad en brotes por doquier.
LUGNASSADH: El "Festival Celta de los Granos", La "Fiesta del Pan" o el "Festival de los Deportes"



Ejercicios: Juegos, competencias deportivas, torres de fuego, juegos con espadas.



Incienso: Girasol, Avena.



El folclore ha echo de esta una fiesta agraria por su colocacion en el calendario.
Se bebia hidromiel, o la bebida de los dioses y los muertos porque su consumo produce extasis y visiones del mas allá
.